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Velório deJuliana Marins será no RJ

A cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, prepara-se para o último adeus. A publicitária Juliana Marins, de 24 anos, será velada. Ela faleceu tragicamente na Indonésia. De fato, a jovem caiu de um penhasco. O acidente ocorreu durante uma trilha no Monte Rinjani. O velório está marcado para esta sexta-feira (4). A cerimônia será aberta ao público. Ela acontecerá no Cemitério e Crematório Parque da Colina. O horário é das 10h às 12h.
Após este período, o acesso será restrito. Apenas familiares e amigos próximos poderão participar. A saída do cemitério está prevista para depois das 15h. Na quinta-feira (3), a Defensoria Pública do Rio de Janeiro obteve uma autorização. A família havia solicitado a cremação do corpo.

Autópsia no Brasil Busca Esclarecer Circunstâncias da Morte

O corpo de Juliana chegou ao Brasil no início da semana. Em seguida, passou por um novo exame. Uma autópsia foi realizada na quarta-feira (2). O local foi o Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto. A Defensoria Pública da União solicitou este procedimento. Isso porque a certidão de óbito da Embaixada do Brasil em Jacarta gerou dúvidas. O documento indicava múltiplas fraturas e lesões internas.
O laudo preliminar da nova autópsia deve ser entregue em até sete dias. Segundo a defensora Taísa Bittencourt Leal Queiroz, a expectativa é alta. O novo procedimento deve trazer “esclarecimento sobre a causa e o momento exato da morte” de Juliana. Vale ressaltar que o laudo da polícia indonésia não havia fornecido esses detalhes cruciais.

Família de Juliana Marins Luta por Nova Autópsia no Brasil

Tragédia em Mochilão: Queda em Vulcão e Resgate Demorado

Juliana, natural de Niterói, estava em um mochilão pela Ásia. A viagem começou em fevereiro. Ela visitou países como Filipinas, Tailândia e Vietnã. Posteriormente, chegou à Indonésia. Lá, decidiu fazer uma trilha de três dias. O destino era o vulcão Rinjani. Ela estava com um guia e cinco turistas.
No segundo dia de percurso, Juliana caiu. O penhasco circunda a trilha. Ele fica próximo à cratera do vulcão. O guia havia instruído Juliana a esperar. Ele a reencontraria depois. Contudo, ele suspeitou da demora. Então, percebeu a queda da jovem no precipício. Horas depois, outro grupo de turistas a localizou. Eles usaram um drone.
Devido às condições climáticas adversas, o resgate foi demorado. Equipes de socorro só alcançaram o local quatro dias após o acidente. , constataram o óbito. O corpo de Juliana foi içado e resgatado na manhã seguinte. Em seguida, foi encaminhado para autópsia. Por fim, seguiu para o traslado ao Brasil.

Família Cobra Justiça e Autoridades Locais Reconhecem Falhas

A família de Juliana acusa a equipe de resgate de negligência. Eles apontam a demora nas operações. Em nota, os parentes afirmaram que Juliana poderia estar viva. Isso ocorreria se o socorro chegasse em até 7 horas. “Juliana merecia muito mais. Agora, vamos lutar por Justiça”, declararam.
Nesta semana, o governador da província de West Nusa Tenggara se manifestou. A região abriga o Monte Rinjani. Ele reconheceu a falta de estrutura. Além disso, admitiu a carência de profissionais. Isso se aplica a resgates complexos. Em carta aberta, Lalu Muhamad Iqba lamentou a morte de Juliana. Ele garantiu medidas concretas. O objetivo é melhorar a preparação local para futuras emergências.

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