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Saúde de Bolsonaro inspira cuidados após cirurgia e apneia

saúde de Bolsonaro voltou a ser o centro das atenções no cenário político nacional nesta segunda-feira. Internado desde a véspera de Natal em um hospital particular de Brasília, o ex-presidente passou por um segundo procedimento médico para tentar controlar crises persistentes de soluços. De fato, a situação clínica requer monitoramento constante, visto que novos diagnósticos foram revelados pela equipe médica. Além disso, o procedimento realizado foi um bloqueio do nervo frênico esquerdo, responsável pelos movimentos do diafragma.

 

Contudo, a intervenção não garante a cura imediata do problema. Segundo os médicos, o objetivo principal é amenizar o desconforto que já dura semanas. Nesse sentido, a equipe destacou que, se houver melhora, novos passos serão avaliados futuramente. Por outro lado, a internação ocorre mediante autorização do ministro Alexandre de Moraes, já que Jair Bolsonaro cumpre pena na superintendência da Polícia Federal.

 

Detalhes da nova intervenção médica

 

O procedimento realizado no começo da tarde desta segunda-feira durou cerca de uma hora. Anteriormente, no último sábado, Bolsonaro já havia sido submetido ao mesmo bloqueio, porém do lado direito. Entretanto, logo após aquela primeira tentativa, as crises de soluços retornaram, o que exigiu uma nova abordagem cirúrgica. Dessa forma, os especialistas optaram por intervir no lado esquerdo para buscar uma estabilização do diafragma.

 

Consequentemente, a operação foi delicada e exigiu observação imediata. Durante o processo e logo após o término, o ex-presidente apresentou episódios de pressão alta. Ou seja, foi necessário o uso de medicação intravenosa para controlar a crise hipertensiva. Por causa disso, a equipe só deixou o centro cirúrgico uma hora depois, aguardando a resposta positiva dos medicamentos.

 

Diagnóstico de apneia severa e riscos

 

Além dos soluços, outro problema grave foi identificado nos exames recentes. A saúde de Bolsonaro está comprometida por uma apneia do sono classificada como severa. De acordo com o boletim e as falas da equipe médica, o exame de polissonografia mostrou praticamente 50 episódios de interrupção do sono por hora. Isso significa que o ex-presidente para de respirar quase uma vez por minuto enquanto dorme.

 

Nesse contexto, o padrão obstrutivo identificado evidencia a necessidade urgente de melhoria na qualidade do sono. Para tratar essa condição, será necessário o uso de aparelhos específicos, como o CPAP ou BPAP, que geram pressão positiva para facilitar a respiração. Portanto, a combinação de soluços intratáveis com a falta de oxigenação adequada durante a noite agrava o quadro geral, gerando cansaço e riscos cardiovasculares.

 

Entenda o quadro de soluços intratáveis

 

Especialistas ouvidos pelo SBT News explicaram a complexidade do caso. O cirurgião Eduardo Brígido esclareceu que o soluço de Bolsonaro é considerado “intratável”, uma condição rara que persiste por mais de um mês. Geralmente, isso ocorre em pacientes que passaram por múltiplas cirurgias abdominais, como é o caso do ex-presidente. Assim sendo, a intervenção no nervo frênico busca paralisar momentaneamente o estímulo que causa a contração involuntária do diafragma.

 

Ainda assim, o procedimento envolve riscos e deve ser feito com cautela. A aplicação de anestésicos é feita na região cervical, guiada por ultrassom, para evitar danos a outras estruturas. Segundo o médico, o bloqueio bilateral não é feito de uma única vez para não paralisar totalmente a respiração. Por isso, houve o intervalo entre o procedimento de sábado e o desta segunda-feira.

 

Repercussão entre familiares e defesa

 

A situação gerou manifestações imediatas da família e da defesa. Nas redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro afirmou que, sem acompanhamento médico constante, a vida do pai fica seriamente ameaçada. Em contrapartida, Jair Renan, ao sair do hospital, demonstrou preocupação visível, afirmando que o pai “não está bem”.

 

Diante desse cenário, a defesa tem reiterado os pedidos para que o cumprimento da pena ocorra em regime domiciliar. Atualmente, Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por participação na trama golpista e está detido na Polícia Federal. Apesar dos apelos baseados na fragilidade da saúde de Bolsonaro, ele permanece sob custódia do Estado, saindo apenas para tratamentos autorizados pelo STF.

 

Previsão de alta e próximos passos

 

Por fim, a expectativa é de que o ex-presidente receba alta hospitalar apenas após o dia primeiro de janeiro. A equipe médica prefere manter a observação pelas próximas 48 horas para garantir que não haja novas crises hipertensivas ou retorno imediato dos soluços. Logo, a virada do ano será passada no hospital particular em Brasília.

 

Se o quadro se estabilizar, ele deverá retornar à carceragem da Polícia Federal na quinta-feira. Entretanto, o tratamento para a apneia do sono e o acompanhamento dos soluços deverão continuar, exigindo adaptações na rotina do ex-presidente. Em suma, o quadro é estável, mas inspira cuidados contínuos devido ao histórico de cirurgias e às novas complicações diagnosticadas.

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