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Presidente Jair Bolsonaro acompanhou, na manhã de terça-feira, um desfile de tanques, carros blindados e armamentos da Força de Fuzileiros da Esquadra.
O comboio passou em frente ao Palácio do Planalto, de onde, no alto da rampa, o presidente, comandantes das três forças e ministros assistiam a passagem dos veículos.
Todos sem máscara de proteção facial.
A passagem pela Praça dos Três Poderes durou cerca de 10 minutos.
Um militar em traje de combate subiu a rampa e entregou a Bolsonaro o convite para comparecer a um exercício militar, a Operação Formosa, no próximo dia 16.
A entrega do convite foi a justificativa usada para direcionar os veículos militares para o Planalto e gerou críticas de partidos, parlamentares e até de militares.
Para alguns, teve tom de intimidação por ocorrer horas antes da votação da PEC do voto no plenário da Câmara.
Ainda na madrugada de terça, o ministro do Supremo Dias Toffoli negou pedido para impedir a passagem dos tanques e remeteu a decisão para o Superior Tribunal de Justiça.
O general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz, que foi Secretário de Governo de Bolsonaro disse ao UOL que o desfile foi uma ação descabida.
E que o convite ao presidente para uma manobra militar poderia ser feito por um mensageiro, sem todo o aparato de blindados.
Em suas palavras, Santos Cruz declarou: Isso é um desrespeito ao Congresso, um desrespeito ao Brasil. As imagens serão um vexame nacional e internacional.
Reportagem: Agencia Rádio 2