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Carlos Bolsonaro contesta liberação de visitas ao pai na PF

Nesta segunda-feira (5/1), o vereador Carlos Bolsonaro emitiu uma declaração. Ele afirmou que, de fato, não houve uma liberação ampla de visitas familiares. Isso se refere, sobretudo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ainda assim, essa manifestação ocorreu. Ela veio, portanto, mesmo após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes. Essa decisão, por sua vez, havia autorizado o acesso de filhos e familiares próximos. Contudo, o parlamentar tentou visitar o pai. De fato, ele se dirigiu à Superintendência Regional da Polícia Federal, em Brasília. Entretanto, Carlos Bolsonaro não conseguiu atendimento. Isso aconteceu, sobretudo, fora do horário previsto para visitas. Portanto, a situação gerou grande repercussão. Dessa forma, a controvérsia sobre as visitas Bolsonaro PF ganhou destaque.

Detalhes da Tentativa de Visita

Assim que saiu da Superintendência da Polícia Federal, Carlos Bolsonaro utilizou suas redes sociais. Ele declarou: “Acabo de sair da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após tentar visitar meu pai”. Segundo ele, a equipe da Polícia Federal forneceu uma informação. Ela indicou que, as visitas continuam restritas. Ou seja, elas estão limitadas às terças e quintas-feiras. Além disso, o horário é das 9h às 11h. Isso segue, por conseguinte, a portaria interna em vigor. Portanto, a tentativa de visita fora desse período foi infrutífera. De fato, a rigidez das normas foi mantida. Assim sendo, a situação das visitas Bolsonaro PF permanece complexa.

A Decisão de Alexandre de Moraes

Em contrapartida, a decisão do ministro Alexandre de Moraes foi expedida recentemente. Isso ocorreu, especificamente, um dia após Jair Bolsonaro receber alta hospitalar. Logo depois, o ex-presidente retornou à custódia da Polícia Federal. O despacho de Moraes, então, autoriza a realização de visitas. Ele inclui, por exemplo, os filhos Carlos, Flávio e Jair Renan Bolsonaro. Também estão incluídas, a filha menor de idade e a enteada Letícia Mariana Firmo da Silva. Ademais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro já possui autorização válida. No entanto, o ministro estabeleceu uma condição. Ou seja, o acesso deve ocorrer. Isso deve acontecer, por sua vez, dentro dos dias e horários definidos. A Portaria SR/PF/DF nº 1104, de 28 de março de 2024, rege essas regras. Consequentemente, não há necessidade de nova autorização judicial para cada visita. De fato, esta foi uma mudança significativa. Assim, as regras para as visitas Bolsonaro PF foram formalizadas judicialmente.

A Interpretação de Carlos Bolsonaro

Contudo, Carlos Bolsonaro apresentou sua própria interpretação. Ele afirmou que, a única mudança efetiva foi uma só. Ela se refere ao fim da exigência de protocolar pedidos sucessivos para cada visita. Essa prática, aliás, dependia de um aval direto do ministro. Portanto, para o vereador, a decisão não representa uma ampliação real do acesso. Pelo contrário, ela apenas eliminou um procedimento burocrático. Ele foi enfático ao declarar: “É importante deixar absolutamente claro: não é verdadeira a informação de que as visitas da família foram liberadas”. Assim sendo, a percepção de uma ‘liberação ampla’ é contestada. De fato, a burocracia das visitas Bolsonaro PF foi o foco de sua crítica.

Burocracia e Demora nos Pedidos

Além disso, o parlamentar detalhou outras questões. Ele mencionou que, em diversas ocasiões anteriores, os pedidos de visita não chegaram a ser analisados. Isso gerava, por conseguinte, frustração na família. Para ele, a situação era insustentável. Carlos Bolsonaro afirmou: “Na prática, houve apenas o fim da exigência de que a família tivesse de aguardar, muitas vezes em vão, a ‘boa vontade’ do ministro para autorizar visitas por poucos minutos”. Sendo assim, a decisão judicial apenas formalizou algo. Isso se refere ao fim de um processo demorado. Ele era percebido, sobretudo, como arbitrário. Portanto, a facilitação é vista como mínima. De fato, a essência das restrições às visitas Bolsonaro PF permanece.

Saúde do Ex-Presidente e Restrições Mantidas

Ademais, Carlos Bolsonaro também levantou preocupações. Ele declarou que, o ex-presidente Jair Bolsonaro segue sem receber familiares. Isso ocorre, especificamente, fora dos horários previstos. Mesmo assim, houve um período recente de internação. Isso demonstra, portanto, a rigidez das regras. Ele escreveu: “Hoje, 5 de janeiro de 2026, mesmo diante de um momento extremamente delicado de saúde, o presidente Jair Bolsonaro continua impedido de receber qualquer membro da família”. Consequentemente, a saúde do ex-presidente é um fator. Ela não parece, contudo, alterar as normas. Ainda assim, a família expressa angústia. Portanto, as restrições às visitas Bolsonaro PF são mantidas. De fato, elas persistem independentemente das circunstâncias.

Conclusão: Restrições Essenciais Permanecem

Em suma, a decisão judicial do ministro Alexandre de Moraes mantém em vigor os horários. Esses horários são definidos, por sua vez, pela Polícia Federal. Isso significa que, a decisão não altera os dias e períodos autorizados. Assim sendo, as regras para as visitas Bolsonaro PF permanecem inalteradas em sua essência. Contudo, houve uma simplificação burocrática. Ela eliminou, de fato, a necessidade de protocolar pedidos individuais. Por outro lado, a percepção de Carlos Bolsonaro é clara. Ele considera que, não houve uma liberação ampla. Ou seja, as restrições continuam. Portanto, a controvérsia sobre o acesso familiar ao ex-presidente persiste. Dessa forma, o debate público sobre o tema segue ativo.

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