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O Vaticano foi palco de um emocionante gesto de solidariedade neste domingo. O Papa Leão XIV promoveu o tradicional Almoço com os Pobres, reunindo cerca de 1.300 pessoas na Sala Paulo VI. O evento, realizado durante o Jubileu dos Pobres, reforça o compromisso da Igreja com os mais necessitados.
Este encontro especial é uma herança direta do Papa Francisco. De fato, o Papa Leão XIV fez questão de homenagear seu antecessor durante o evento. Ele recordou que o encontro era um ‘dia muito desejado’ por Francisco, pedindo em seguida uma calorosa salva de palmas em sua memória. A continuidade desta ação demonstra um forte sinal de proximidade e acolhimento com aqueles que vivem em vulnerabilidade.
Antes da refeição, o pontífice celebrou a Missa do Jubileu dos Pobres na Basílica de São Pedro. Já na Sala Paulo VI, ele agradeceu a todos os envolvidos na organização. A comunidade vicentina, que celebra 400 anos de São Vicente de Paulo, foi responsável por servir o almoço. Além disso, o Papa estendeu sua gratidão a sacerdotes, religiosas e voluntários. Durante uma oração, ele pediu bênçãos para as vítimas da violência, da guerra e da fome.
Entre os convidados estavam brasileiros da Comunidade Católica Shalom. Um deles era Carlos José, que vive na Casa Amigo dos Pobres, no Ceará. Ele compartilhou em suas redes sociais que viveu nas ruas por oito meses. Para ele, participar do almoço com o papa foi a ‘realização de um sonho’, um momento de imensa esperança e dignidade.
A tradição do Almoço com os Pobres foi iniciada pelo Papa Francisco em 2017. A data marcou o primeiro Dia Mundial dos Pobres, instituído por ele um ano antes. O objetivo sempre foi claro: incentivar a Igreja a se aproximar das diversas formas de pobreza. Desde então, a Sala Paulo VI se torna anualmente um espaço de acolhimento, onde a mensagem de fraternidade se transforma em um ato concreto e visível.