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Um homem de 36 anos foi preso na terça-feira (6) após agredir violentamente sua própria mãe. Caio Leonardo Cabejo Cortizas foi detido no bairro de Vigário Geral, zona norte do Rio de Janeiro.
A polícia confirmou que o agressor é dependente químico de cocaína. Particularmente, ele se tornava extremamente violento durante crises de abstinência da droga.
“Os episódios de violência eram recorrentes e escalaram em gravidade”, afirmou o delegado responsável pelo caso. Além disso, a vítima vivia em constante estado de terror, temendo pelos próximos ataques.
As agressões ocorriam na residência compartilhada pela mãe e filho na Rua Bucareste. Consequentemente, a mulher de 55 anos sofria constantemente com a violência doméstica.
Em um dos ataques mais brutais, a vítima perdeu dentes após ser agredida com um cabo de vassoura. Adicionalmente, o filho desferiu diversos golpes com a própria cabeça contra o rosto da mãe.
“As lesões eram compatíveis com violência extrema e continuada”, explicou um policial envolvido na investigação. Certamente, o caso demonstra a gravidade da violência doméstica associada ao uso de drogas.
Saiba como denunciar casos de violência doméstica
A Delegacia de Vigário Geral revelou que Caio possui extensa ficha criminal. Especificamente, seus antecedentes incluem registros desde 2010 por diversos delitos.
O mandado de prisão preventiva foi expedido com base na Lei Maria da Penha. Primordialmente, os crimes imputados incluem lesão corporal e ameaça contra sua genitora.
“A Lei Maria da Penha é fundamental para proteger mulheres em situação de vulnerabilidade doméstica”, destacou uma especialista em direitos humanos. Finalmente, o agressor permanece à disposição da Justiça.
Especialistas recomendam atenção a sinais de violência doméstica. Portanto, vizinhos e familiares devem ficar alertas para gritos, barulhos de agressão ou marcas físicas nas vítimas.
As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, a Central de Atendimento à Mulher. Evidentemente, o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.
“A denúncia pode salvar vidas e interromper ciclos de violência”, afirmou uma representante da Secretaria da Mulher. Principalmente, é importante lembrar que a denúncia pode ser anônima.
Conheça os serviços de apoio às vítimas de violência
O caso evidencia a relação entre dependência química e comportamento violento. Muitas vezes, familiares tornam-se as principais vítimas de agressores sob efeito de drogas.
Autoridades recomendam que famílias com membros dependentes químicos busquem auxílio especializado. Naturalmente, o tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo médicos e psicólogos.
“O tratamento da dependência química é fundamental para prevenir episódios de violência”, explicou um psiquiatra especializado. Sobretudo, é necessário compreender que a dependência é uma doença que requer tratamento adequado.
Como buscar tratamento para dependência química
Para casos emergenciais de violência doméstica, ligue para 190 (Polícia Militar) ou procure a Delegacia da Mulher mais próxima. Em casos de dependência química, o CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas) oferece atendimento especializado pelo SUS.