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A oposição no Congresso surpreendeu ao anunciar que a CPMI do INSS adiada foi marcada para o dia 20 de maio. O protocolo, inicialmente previsto para terça-feira (6), foi adiado para garantir mais apoio. Assim, o foco é apurar fraudes que causaram prejuízo de R$ 6,3 bilhões aos segurados entre 2019 e 2024.
A decisão de adiar a CPMI do INSS partiu da deputada Coronel Fernanda (PL-MT). Ela busca mais assinaturas no Senado para fortalecer o requerimento. Atualmente, 182 deputados e 29 senadores assinaram o documento. Isso supera o mínimo de 171 deputados e 27 senadores exigido. “Aposentados e pensionistas foram roubados pelo INSS. Vamos investigar a fundo”, declarou Fernanda.
A oposição destaca que a ação é apartidária. No entanto, o adiamento visa ampliar o apoio. Assim, a comissão poderá analisar o esquema de fraudes exposto pela Polícia Federal. Até agora, seis pessoas foram presas e cinco servidores afastados.
A CPMI do INSS adiada surge após a Polícia Federal revelar descontos indevidos. O prejuízo estimado é de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. A operação levou à demissão do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Gilberto Waller Júnior assumiu o cargo. Além disso, o ministro Carlos Lupi (PT) deixou a Previdência sob pressão. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomeou Wolney Queiroz (PDT-PE) para o posto.
Senadora Damares Alves (Republicanos-DF) protocolou uma representação na PGR. Ela pede investigação por prevaricação contra Stefanutto e Lupi. “Foram alertados sobre os descontos ilegais e nada fizeram”, argumentou a parlamentar.
Em resposta às fraudes, o governo suspendeu os Acordos de Cooperação Técnica. Assim, os descontos nas folhas de pagamento de aposentados foram paralisados. A medida vale até a reavaliação da regularidade dos repasses. Além disso, a Advocacia-Geral da União (AGU) formou um grupo com oito advogados. Eles atuarão para reparar os danos e devolver o dinheiro aos segurados.
Os aposentados podem excluir débitos indevidos pelo aplicativo ou site “Meu INSS”. No entanto, devem abrir uma queixa na Ouvidoria do INSS antes. Dessa forma, o processo será automático e mais ágil.
O caso da CPMI do INSS adiada reflete problemas estruturais na gestão previdenciária. A investigação visa esclarecer como os descontos foram aplicados por anos. Portanto, a sociedade espera transparência. O governo também enfrenta pressão para punir os responsáveis. Além disso, a substituição de Lupi e Stefanutto sinaliza uma tentativa de reestruturação.
A CPMI do INSS adiada para 20 de maio mantém a esperança de apurar as fraudes no INSS. Com prejuízo de R$ 6,3 bilhões, os aposentados buscam reparação. Assim, a comissão pode revelar os culpados. Acompanhe as atualizações sobre essa investigação crucial.