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O Brasil nunca perdeu tantas vidas como no ano passado.
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em meio à pandemia de Covid-19, o número de mortes no Brasil aumentou quase 15% em 2020, na comparação com 2019. Foi a maior alta desde 1984.
A gerente das Estatísticas do Registro Civil do IBGE, Klívia Brayner, detalha:
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Esse aumento de quase 200 mil mortes coincide com total de óbitos por Covid-19 contabilizados no ano passado, que foi de pouco menos de 195 mil, segundo a plataforma do Ministério da Saúde que monitora a pandemia – o que indica que a crise sanitária impactou de maneira direta no recorde de óbitos no país.
Ainda de acordo com Klívia, os meses de maio, julho e agosto foram, nesta ordem, os que mais registraram óbitos em 2020 e a maior parte das mortes aconteceu entre os idosos.
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Já para as idades abaixo de 20 anos, segundo o IBGE, houve redução dos óbitos entre 2019 e 2020.
E também caiu, no ano passado, o total de nascimentos no Brasil:
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Apesar da queda em 2020 ter sido a mais intensa, os registros de nascimento já vinham caindo no Brasil antes mesmo da pandemia, segundo a gerente das Estatísticas do Registro Civil, Klívia Brayner, ressalta, porém, que
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Os números do IBGE mostram que, no ano passado, nasceram mais meninos do que meninas. A média nacional é de 105 bebês do sexo masculino para cada 100 bebês do sexo feminino.
Mas há estados em que essa diferença é maior. No Acre e em Roraima, por exemplo, nasceram 107 meninos para cada 100 meninas em 2020; no Sergipe, no Paraná e no Mato Grosso, foram 106 meninos para 100 meninas.
Fonte: Agencia Radio2