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Papa Francisco fez um apelo pelo fim da violência militante e dos conflitos religiosos no Iraque.
Numa apaixonada, na primeira viagem de um pontífice ao país, Francisco pediu uma chance para a paz.
Disse ao presidente Barham Sálih ABRE ASPAS: Que o choque de armas seja silenciado…que haja o fim dos atos de violência e extremismo FECHA ASPAS.
O líder iraquiano agradeceu a visita do papa mesmo diante de várias recomendações pelo adiamento em virtude da pandemia de Covid-19, e de outros desafios do que chamou de um país ferido.
Francisco discursou no palácio presidencial, em Bagdá. Aos 84 anos, e mancando, possivelmente por uma dor ciática, criticou interesses de facções e de estrangeiros que desestabilizaram o país.
Falou dos sofrimentos impostos pelas guerras, do flagelo do terrorismo e de conflitos baseados em no fundamentalismo que não aceita a coexistência pacífica de diferentes grupos étnicos e religiosos.
Jorge Bergoglio homenageou os mortos em ataques motivados pela religião e visitou uma igreja onde foram vitimados 50 fiéis, em 2010, pela milícia islâmica.
Nos quatro dias em que permanecerá no Iraque, o papa visitará quatro cidades e se reúne, no sábado, com o principal representante xiita muçulmano, o aiatolá Ali al-Sistani.
No sul do país, também visitará a cidade de Ur, local de nascimento do profeta Abrahão, reverenciado por cristãos, muçulmanos e judeus.
No domingo, segue para o norte, onde percorrerá o antigo reduto do Estado Islâmico, Mosul, com igrejas e edifícios que carregam marcas dos conflitos.