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Moradores do bairro de Comportas, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, fizeram um protesto nesta sexta-feira (29) em frente à unidade de saúde onde uma funcionária de 45 anos de idade foi assaltada e estuprada em 20 de janeiro. Segundo quem vive na comunidade, a rotina de insegurança continuou mesmo após o crime.
“Estamos aqui por causa da violência que ocorreu, pedindo mais segurança. Em relação ao que era antes, não mudou nada. Não tem policiamento, não tem patrulha. O que mudou foi a capinação do posto, porque sabiam que ia ter o ato”, disse a dona de casa Daniele Trajano.
“As mulheres têm andado em grupos de duas, três pessoas para tentar inibir a violência ou outros casos de estupro”, afirmou Daniele.
Em nota, a Polícia Civil informou que “continua investigando o estupro” cometido por “um elemento desconhecido, o qual também subtraiu o aparelho celular da vítima e um tablete”.
Ainda no texto, a corporação afirmou que “as investigações seguirão até a completa elucidação do crime e sua autoria, devendo a autoridade policial apenas se pronunciar ao final das diligências para não atrapalhar o andamento dos trabalhos”.
A Reportagem entrou em contato com a Polícia Militar, para saber como é feito o policiamento no bairro e se houve algum reforço desde o ocorrido, e também com a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, para questionar que medidas foram adotadas para tentar aumentar a segurança na área, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
O assalto e o estupro da agente de saúde ocorreram dentro da Unidade de Saúde da Família (USF) no bairro de Comportas, por volta das 7h do dia 20 de janeiro, após a funcionária chegar ao local para trabalhar.
Parentes da vítima, que trabalha no local há oito anos, relataram que ela estava sozinha para abrir a unidade Comportas 2, quando um homem se aproximou de moto, anunciou o assalto e a levou para o banheiro da unidade.
Fonte: G1